quinta-feira, 23 de maio de 2013

Como fazer Root no seu celular com Android

Que o sistema Android é um enorme sucesso não há como negar. Várias das principais companhias adotaram o sistema operacional da Google em seus gadgets e o seu crescimento vem acontecendo a passos largos, já que cada vez mais as pessoas adquirem aparelhos com ele.

E mesmo trazendo uma gama enorme de possibilidades de personalização, existem truques no Android capazes de deixá-lo ainda mais “acessível”, se é que podemos dizer assim. Estamos falando do root, uma espécie de desbloqueio nos smartphones com o SO da Google que dá ainda mais “poder” ao dono do celular.

Apesar de parecer algo extremamente avançado, é possível rootar o aparelho de maneira bastante fácil. Confira a seguir o que é o root, para que ele serve e, é claro, como desbloquear o seu celular Android.

O que é o root?

Quando você faz o root no aparelho, o que você consegue, na verdade, é obter alguns privilégios de administrador – o chamado “Superusuário”.  

Como fazer Root no seu celular com Android [vídeo]

Muitas pessoas não sabem, mas o Android foi criado com base em outro famoso sistema operacional: o Linux. Dessa forma, quando você faz o root e obtem essas licenças de Superusuário, é como se você estivesse assumindo o lugar de uma pessoa que utiliza o Linux e que conta com a senha do sistema para executar os comandos “sudo”, por exemplo.

Para que serve

Antigamente o root era utilizado para que usuários de países sem acesso ao Android Market pudessem baixar programas. Outros instalavam a ferramenta para conseguir permissões para transformar o seu aparelho em um ponto de acesso à rede por meio do tethering.
Contudo, hoje em dia isso é possível sem a necessidade de root, fazendo com que a utilização do Superusuário seja direcionada a outras situações ainda mais interessantes – e com um leque enorme de possibilidades.

Como fazer Root no seu celular com Android [vídeo]

É por meio do root (além de, em alguns aparelhos, ser necessário também o desbloqueio do bootloader ou a utilização de programas específicos, como o Rom Manager, por exemplo) que você é capaz de inserir algumas ROMs com versões personalizadas do Android, como as famosas MIUI e Cyanogen MOD.

Além disso, muitas ferramentas só podem ser utilizadas se você contar com privilégios de administrador, como aplicativos para realizar overclock no celular, softwares de backup com muitas opções diferenciadas ou programas para economia de energia, por exemplo.

Como rootar de maneira fácil

Atenção: antes de qualquer coisa, é importante estar ciente de que a realização do root faz com que a garantia do aparelho seja anulada em praticamente todos os casos, na maioria das operadoras.

Além disso, podem ocorrer erros de incompatibilidade, problemas na instalação e até mesmo a total inutilização do celular. Então, antes de desbloquear o seu smartphone esteja ciente dos riscos que você está assumindo.

Se antes o processo de rootar um celular era algo bastante complexo, hoje já existem algumas boas opções em programas específicos para isso. Estes trazem uma maneira muito fácil de realizar o processo e contam com grande compatibilidade, aceitando até mesmo centenas de aparelhos diferentes.

Unlock Root

O Unlock Root surge como a melhor opção na hora de rootar o seu aparelho. O programa é leve, gratuito e funciona sem complicações: basta um clique para você conseguir instalar as funções de Superusuário no seu gadget.

Como fazer Root no seu celular com Android [vídeo]

Além disso, outro grande ponto positivo deste software é a sua enorme compatibilidade. Dificilmente algum smartphone não é capaz de ser desbloqueado com ele. Se você quiser conferir se o seu celular é “coberto” pelo programa, clique aqui e veja uma lista completa com todos os modelos compatíveis. Agora confira como utilizá-lo:

Para realizar o desbloqueio utilizando o Unlock Root, antes de qualquer coisa baixe o software clicando aqui e instale-o em seu computador. Feito isso, agora vem outro passo bastante importante: é preciso contar com os drivers de seu celular devidamente instalados em sua máquina, caso contrário o root não será realizado.

Confira se está tudo OK e, se precisar, baixe os arquivos e realize as devidas instalações em seu PC antes de começar o processo de root.

Como fazer Root no seu celular com Android [vídeo]

Com os drivers regularizados, agora é a hora de o Unlock Root entrar em ação.  Primeiro, inicie o programa sem que o celular esteja conectado ao computador. Em seguida, conecte o cabo ao aparelho e ative o modo de Depuração USB. Para fazer isso, vá até Configurações > Aplicações > Desenvolvimento > Depuração USB.

Como fazer Root no seu celular com Android [vídeo]


Após confirmar o modo, volte ao programa no seu computador e clique no botão “Root”. Assim que o software identificar o seu aparelho, uma caixa de diálogo com uma mensagem surgirá com o nome do modelo; basta confirmar e seguir o processo.

Como fazer Root no seu celular com Android [vídeo]

Depois de alguns minutos, o root será finalizado. Assim que ele terminar, o programa oferecerá também a instalação de outro software criado pelos seus desenvolvedores. Basta indicar se quer ou não baixá-lo. Depois, ele também pergunta se você deseja reiniciar o celular. Neste caso, recomendamos que você realize o reboot para que as modificações sejam 100% iniciadas junto com o smartphone.

Feito isso, perceba que agora existe um novo aplicativo em seu aparelho: o “SuperUser”. Ele permitirá que os novos programas funcionem e obtenham os acessos privilegiados em seu celular, trazendo todos os softwares “autorizados” em uma listagem dentro de sua própria interface.
Como fazer Root no seu celular com Android [vídeo]

O Unlock Root nos surpreendeu, tanto pela enorme compatibilidade apresentada (funcionou inclusive com aparelhos mais “chatos”, como o Milestone e o HTC Sensation) como também pela facilidade em sua utilização.
Entretanto, se o programa não foi capaz de rootar o seu aparelho, confira agora algumas outras opções que também são abrangentes e que se dizem capazes de desbloquear vários celulares diferentes:

SuperOneClick

O SuperOneClick é outro programa “universal” para a realização de root nos celulares Android. O seu funcionamento é bastante semelhante ao do Unlock Root, ou seja, basta você contar com os drivers do seu aparelho, ativar o modo de Depuração USB e clicar para que o processo seja realizado.
O programa, no entanto, apresenta um funcionamento mais restrito, com uma compatibilidade um pouco menor. Confira neste post do fórum XDA Developers se o seu aparelho é rootável com o SuperOneClick e aperte aqui para baixá-lo.

Z4root – root direto no celular

Como fazer Root no seu celular com Android [vídeo]

O Z4root é uma ferramenta que trabalha de forma diferente. O programa é uma aplicação que deve ser instalada no próprio celular. Basta que você o baixe clicando aqui e, em seguida, copie o arquivo APK para o seu aparelho.

Depois, tudo o que você precisa fazer é apertar para que ele desbloqueie o seu smartphone. A ferramenta também conta com uma boa compatibilidade. Confira aqui a postagem com os celulares suportados pelo Z4root.

terça-feira, 14 de maio de 2013

Saiba como identificar um smartphone falso para não ser enganado

Com o estrondoso sucesso e popularização dos smartphones em todo o mundo, as grandes fabricantes do setor têm sido constantemente alvos da falsificação de seus principais modelos. Diante de cópias cada vez mais perfeitas, compradores em potencial deverão ficar bastante atentos no momento da compra. Pensando neste tema, o TechTudo elencou as principais dicas para que você possa fugir dessas armadilhas e saber se um aparelho é mesmo o original.
 
Selo da Anatel
Selo da Anatel está em todos os produtos nacionais
originais (Foto: Reprodução/Thiago Bittencourt)
Para que as fabricantes de celulares possam comercializar seus modelos no mercado brasileiro, elas deverão, primeiramente, submeter seus dispositivos à homologação da Anatel. Tal processo visa o atendimento de requisitos e normas adotadas no país. Uma vez homologado, o smartphone deverá apresentar atrás de sua bateria ou no manual do usuário um selo com o logotipo da agência reguladora.

Caso você pretenda adquirir um dispositivo no mercado brasileiro, fique atento a esse detalhe, e exija que o mesmo possua o selo da Anatel. Porém, caso compre um aparelho no exterior, ele não virá com o selo do órgão brasileiro, então outros detalhes deverão ser analisados para verificar se o produto é original.

Comparação de imagens e verificação do nome
Outro ponto que deve ser observado com muito cuidado é a aparência do smartphone. Atualmente, modelos falsificados estão cada vez mais parecidos com os originais, e para não ser enganado, verifique minuciosamente detalhes como o logotipo da fabricante, a localização dos botões, a espessura do aparelho, as bordas e o nome do dispositivo. Qualquer característica suspeita pode significar que o produto é uma cópia “pirata”.
 
Especificações técnicas
Suposto Galaxy S4 sem o logotipo da fabricante
Samsung (Foto: Reprodução)
Ao colocar um dispositivo à venda, é absolutamente normal e indicado que lojas e sites disponibilizem as especificações técnicas do produto. Partindo desse pressuposto, é fundamental que os compradores verifiquem tais informações nos sites oficiais das fabricantes e as confrontem com aquelas disponibilizadas pela lojas. Qualquer diferença entre as características do aparelho pode mostrar logo de cara que o dispositivo é falso.

É cada vez mais comum, por exemplo, observarmos em anúncios da Internet, smartphones “Galaxy″ sendo anunciados com configurações variadas como tela de 3 polegadas, suporte a três chips, 1 MB de memória RAM, etc. Se você conferir no site da fabricante, poderá constatar que tais características estão aquém daquelas especificadas para o modelo original.

Portanto, fique atento a estes detalhes, e confira com bastante calma os dados técnicos do dispositivo que você deseja comprar.

Compras em sites e lojas confiáveis
Se você costuma receber e-mails de sites ou lojas desconhecidas, as quais anunciam aparelhos famosos por preços bem abaixo do normal, desconfie. Antes de efetivar uma compra pela Internet, é muito importante que o comprador verifique a reputação do vendedor que está oferecendo o produto.

Com o objetivo de alertar aos consumidores a respeito das armadilhas da Internet, o Procon-SP divulgou uma listagem com 275 sites não recomendados para compras na web. Assim, sempre garanta que o site ou a loja seja certificada, e evite comprar produtos eletrônicos em páginas de leilões e produtos usados, a não ser que tome conhecimento de todos os detalhes.
 
Número IMEI
Número do IMEI fica na caixa do celular (Foto:
Reprodução/Thiago Bittencourt)
Outra forma de constatar a legitimidade de um smartphone é pela verificação do número internacional de identificação do aparelho, o chamado IMEI. Geralmente, aparelhos falsificados não possuem este número, ou, então, adotam uma numeração clonada.
Para descobrir o IMEI de um smartphone, o consumidor possui duas opções distintas: digitar *#06# no teclado do aparelho e verificar a etiqueta impressa colada em sua caixa. É importante que tanto o número apresentado no visor quanto o da caixa do dispositivo sejam idênticos.

Garantia e Nota Fiscal
Por último, esta dica pode parecer bastante óbvia, mas muitos consumidores não se atentam à necessidade de exigir a nota fiscal e o certificado de garantia do dispositivo no momento da compra. Ao ser enganado, e comprar um aparelho falsificado, com toda certeza você não conseguirá obter o suporte técnico da fabricante que também foi lesada. E neste caso, você realmente constatará quais são os malefícios de adquirir um dispositivo falso.

domingo, 5 de maio de 2013

É possível fazer overclock em um smartphone? Quais são os riscos?

O overclocking é uma técnica capaz de aumentar o desempenho de hardwares em computadores e dispositivos móveis. Definido em Hertz, o procedimento acelera a frequência desses aparelhos através de configurações, deixando-a mais alta do que a especificada pelos fabricantes. Porém, a grande preocupação é: será que este processo prejudica a vida útil de aparelhos smartphones?



Primeiro, vamos falar do processo. Fazer overclock em um smartphone não é fácil e é um procedimento cheio de riscos. É tão raro se deparar com um celular que tenha passado por overclock que boa parte das pessoas crê que não seja possível realizar o procedimento. Então, é desaconselhado fazê-lo caso você não tenha experiência no assunto. Além disso, só é possível fazer overclock em smartphones que tenham anteriormente passado por root.
A melhora atingida após o overclock pode variar, mas há usuários que conseguem fazer componentes antigos funcionarem como os últimos lançamentos. Além disso, as tensões de funcionamento podem ser alteradas, o que pode aumentar a velocidade com que a operação se mantém estável.
Apesar de muitos entusiastas alegarem que a aplicação do overclock compensa, visto que é possível usá-la até mesmo em equipamentos mais lentos, o aumento da velocidade do relógio resulta num maior consumo de energia e desgaste de bateria. Alterações na voltagem de componentes também podem ser fatais ao aparelho caso as tensões configuradas sejam maiores do que aquelas suportadas pela estrutura. Por essa razão, o usuário deve estar completamente ciente dos limites de overclock que seu smartphone suporta.
Outro ponto que vale destacar é a questão da garantia do aparelho, que geralmente não cobre danos relacionados a overclock. Uma forma de aliviar os problemas ocasionados pelo processo é o uso de overclockers hábeis, mas tal técnica deve ser utilizada por usuários capacitados e que entendam perfeitamente os componentes de seus aparelhos. Caso contrário, seu uso pode matar o hardware do equipamento e ocasionar em um superaquecimento.
Mas como precisamos ver para crer, fique ligado! o Tech Labs vai trazer com exclusividade o processo de overclock em um Samsung Galaxy s2.

sábado, 20 de abril de 2013

Vale a pena trocar o Galaxy S3 pelo Galaxy S4?



Usuários que adquiriram o Galaxy S3 conseguiram aproveitar vários meses de uma experiência antes restrita apenas a iPhones: bastava tirá-lo do bolso para chamar a atenção de todos à sua volta. A combinação de um visual inovador, tela gigante de alta resolução e poder de processamento sem precedentes foi a grande responsável pelo sucesso da marca e posicionou a Samsung como principal fabricante de smartphones top de linha com Android, gerando bastante expectativa sobre a próxima geração.

Galaxy S4

Felizmente - ou infelizmente - o design do Galaxy S3 fez tanto sucesso que a empresa resolveu reutilizá-lo em vários aparelhos, como o Galaxy S3 mini, Galaxy S Duos e Galaxy Grand só para citar alguns, mas ok, pois veríamos algo completamente novo no Galaxy S4, certo? Errado, isso não aconteceu. O visual que era completamente novo no começo do ano passado se tornou, na melhor das hipóteses, comum, fazendo com que o upgrade visual entre Galaxy S3 e Galaxy S4 seja consideravelmente menor do que o que tínhamos entre Galaxy S2 e Galaxy S3.

Naturalmente o visual não é o único ponto que os usuários levam em consideração na hora de fazer um upgrade de smartphone. As especificações também são importantes, ainda mais no caso da Samsung que dobrou o número de cores de processamento em cada geração de sua linha Galaxy S. Como vimos, são duas versões disponíveis: uma equipada com o esperado Exynos 5 de oito núcleos e outra com um Snapdragon 600 quad-core rodando com um clock um pouco mais alto na versão americana.

Qual é a diferença entre os dois chips na prática? Mesmo que ainda não possamos conferir em nosso laboratório, podemos especular que a performance de ambos os chips sejam semelhantes, afinal a Samsung não vai se dar ao luxo de oferecer uma opção inferior do Galaxy S4 logo nos Estados Unidos, um dos mercados mais promissores da empresa. De qualquer forma, é um upgrade generoso em relação à versão anterior, o que é uma boa notícia para os entusiastas de desempenho mesmo que o Galaxy S3 ainda tenha poder de fogo de sobra.
Galaxy S4 vs Galaxy S3
Em relação aos recursos, a Samsung fez um bom trabalho adicionando programas bastante poderosos combinados com a mais nova versão do sistema Android, a Jelly Bean 4.2.2. Entre os que mais chamaram a atenção podemos citar a capacidade de filmar com as câmera traseira (agora de 13 megapixels) e dianteira simultaneamente, além de alguns aplicativos de edição de vídeo de fábrica. Outro é o S Voice Drive (que temos dúvidas se funcionará com perfeição no Brasil), o Home Sync e o Samsung Knox, que "divide" o celular entre área pessoal e área corporativa ao estilo Blackberry 10.

Dos citados acima, a Samsung garantiu que boa parte estará presente no Galaxy S3 nos próximos meses. Apenas os que dependem de hardware, como o Air Gesture, que permite ao usuário controlar o aparelho sem tocar na tela, ficarão restritos ao modelo mais novo. Analisando esse cenário, podemos ver uma política de atualização semelhante ao que vemos no iPhone, onde os usuários costumam atualizar seu aparelhos a cada duas gerações para tirar benefício de um número maior de recursos sem trocar de aparelho antes que ele faça aniversário.
Galaxy S4 vs Galaxy S3
Outro ponto que merece destaque é a tela, que com mais de 2 milhões de pixels (1920x1080) dentro de 4,99 polegadas resulta em uma densidade de pixels de 441 ppi capaz de fazer inveja em qualquer iPhone 5 com tela Retina, ainda mais quando estamos falando de uma densidade tão alta com a tecnologia Super AMOLED de telas da Samsung. Embora a Super AMOLED HD já seja o suficiente para mal podermos diferenciar os pixels mesmo de perto, a resolução mais alta é uma tendência das empresas de melhorar cada vez mais a qualidade das telas para o consumidor.

Levando todos esses pontos em consideração, vale a pena aposentar o Galaxy S3 para ter o Galaxy S4? Certamente é um upgrade inquestionável para quem possui o Galaxy S2, mas estamos falando de um investimento de R$ 2400 para a versão mais básica, sem 4G e com 16 GB de armazenamento. Tem esse dinheiro sobrando? Então, talvez seja uma boa opção. A grana anda curta? Então, para você, o upgrade talvez não seja tão necessário assim.


Com ajuda: Canaltech

quinta-feira, 21 de junho de 2012

Como deixar o Tumblr em português?


Graças ao grande sucesso que o Tumblr fez no Brasil, o site recentemente ganhou tradução oficial para o português. Nos passos abaixo, aprenda como deixar o Tumblr em português.
Passo 1. Acesse o Tumblr e faça login na sua conta;
Passo 2. Em “Dashboard” ("Painel"), clique no botão “Preferences” ("Preferências"), que é representado pelo ícone de uma engrenagem;

Passo 3. Role a página e, em “Language” ("Idioma"), mude para “Português (BR)”;
Passo 4. Clique no botão “Save” ("Salvar"), no rodapé da página;


Pronto! A partir de agora, seu Tumblr estará traduzido para o português

sábado, 2 de junho de 2012

Como usar o Facebook Page Manager para iPhone, iPad e iPod Touch


Lançado inicialmente para usuários da AppStore Australiana, o aplicativo começa aos poucos a chegar nas lojas virtuais de todo o mundo. Na loja brasileira o aplicativo ainda não está disponível, mas você pode baixá-lo pela AppStore dos EUA.
Uma vez instalado, vamos ao que interessa: administrar sua fan page pelo iPhone, iPad ou iPod touch.

Administrar fan pages pelo iOS
Passo 1. Acesse o iTunes e faça o download do Facebook Page Manager.
Passo 2. Ao completar o download, acesse o aplicativo e realize o login com seus dados no Facebook. Caso você já utilize o aplicativo para gerenciamento de perfis, os dados serão compartilhados com o aplicativo de gerenciamento de páginas. Caso contrário, terá que inserir novamente suas informações de login e senha.
Passo 3. Ao concluir o login, autorize o gerenciador de páginas a utilizar suas informações de administrador para listar as fan pages que seu perfil gerencia.
Passo 4. Depois de fazer o login, o aplicativo exibirá o mural de todas as páginas que você administra. Toque em “Write Post” para postar uma atualização.


Passo 5. As postagens realizadas pela web ou pelo aplicativo possuem as informações de alcance. Toque em “Reached”, abaixo de cada post para acompanhar o número de visualizações orgânicas, virais e pagas. O recurso “Promote”, no entanto, não pode ser utilizado no aplicativo.
Passo 6. Para compartilhar uma foto, toque em “Share Photo”, faça o upload e insira um comentário.
Passo 7. Em Insights é possível acompanhar as principais métricas da sua fan page. Número de fãs, pessoas falando sobre isso, alcance semanal e gráficos podem ser consultados.


Passo 8. Na parte superior você pode acompanhar os novos fãs da página e as interações dos fãs. Clique nos ícones correspondentes para saber mais sobre quem curte e quem interage em sua página.
Sempre que sua página receber um comentário, você receberá uma notificação Push. Assim, é possível manter seus fãs sempre informados.
Apesar de simples e com recursos bem básicos, o aplicativo Page Manager é uma ferramenta que ajudará muitos administradores. Esta era uma demanda antiga dos donos de fan pages, que podiam atualizar as páginas apenas pelo navegador, o que nem sempre era confortável e fácil.
Os recursos mais recentes, como promover posts e agendá-los, não estão disponível no app, o que o faz ficar devendo nestes quesitos e os administradores ainda dependendo de ferramentas como HootSuite para agendamentos nos dispositivos mobile.


sábado, 19 de maio de 2012

Acesso remoto: Google Drive e o novo Google Documentos


Quando iniciei, há alguns meses, esta longa série de colunas sobre armazenamento remoto, ou “na nuvem”, tinha por objetivo descrever e, ao final, comparar as vantagens e desvantagens de três diferentes tipos de armazenamento remoto.
O primeiro, cujo paradigma analisado foi o fornecido pela Iomega, é aquele que se denomina “nuvem pessoal” no qual os arquivos, gerados e alterados por aplicativos instalados na(s) máquina(s) do usuário, permanecem armazenados em um objeto físico, um servidor de arquivos pertencente ao usuário e fisicamente conectado à sua própria rede (NAS, de Network Attached Storage), mas que pode ser acessado remotamente de outros computadores via Internet usando um aplicativo instalado em cada máquina que administra este acesso.
No segundo, cujo paradigma foi o Dropbox, os arquivos, também criados e editados por aplicativos instalados na(s) máquina(s) do usuário, são armazenados efetivamente “na nuvem”, ou seja, nos servidores da empresa Dropbox, mas cópias deles permanecem no(s) computador(es) do usuário e são sincronizadas com aquelas mantidas na nuvem por um aplicativo que se instala em cada computador e nele cria uma pasta Dropbox.

O terceiro, mais radical, se baseava no modelo oferecido até recentemente pelo Google Docs, segundo o qual nada se instalava no(s) computador(es) do usuário. Tudo permanecia exclusivamente na nuvem, inclusive os aplicativos usados para criar e editar os arquivos. Era o conceito do SaaS (“Software as a Service”, ou “Programas como serviço”) que dispensava inteiramente o sistema operacional da máquina, posto que tudo, inclusive a organização e administração dos arquivos através das coleções discutidas na coluna anterior era feito exclusivamente dentro do programa navegador. O computador do usuário funcionava apenas como ferramenta de acesso via Internet aos arquivos e aplicativos.
Pois bem: a proposta continua de pé e a comparação – que deveria ser feita a partir desta coluna – será feita no seu devido tempo. Pois precisou ser adiada em virtude de alterações radicais feitas recentemente – mais precisamente cerca de duas semanas antes do momento em que esta coluna está sendo escrita – pela empresa Google nos serviços por ela oferecidos. Mudanças estas que alteraram o próprio conceito de SaaS onde “tudo fica na nuvem” pois consistiram na transformação do velho Google Docs no novo Google Documentos, que exige a instalação de um software na máquina do usuário, o Google Drive.

Vamos ver, ainda que de forma superficial, que alterações isto implica.
Como dito acima, o Google Drive é um aplicativo que deve ser transferido do sítio da Google e instalado no computador do usuário. O processo é simples e direto: baixe o arquivo de instalação, instale-o, registre-se como usuário (ou seja, faça o “logon”) e deixe o programa fazer o resto.
“O resto” é uma coisa muito simples mas que, dependendo da quantidade e do tamanho de seus arquivos Google Docs, pode demorar algum tempo: criar uma pasta em seu disco rígido (pasta mesmo, não coleção; estamos falando agora do sistema operacional Windows, Mac OS ou Android, pois há uma versão do instalador do Google Drive para cada um deles) e nela copiar (gratuitamente, até o limite de cinco GB, pago a partir daí) parte do o conteúdo que até então era armazenado apenas na nuvem: documentos e coleções. Terminado o processo, a pasta Google Drive (é este o nome que lhe é atribuído pelo aplicativo) será um espelho de seu espaço de armazenamento do Google Docs na nuvem, com seus arquivos e coleções (estas, sob a forma de pastas). Um clique em um destes ícones fará com que o objeto se abra para edição dentro de seu programa navegador – o que exige, naturalmente, que você esteja conectado à Internet, pois mesmo considerando que o que você está abrindo é uma cópia armazenada em seu disco rígido, o software usado para edição está nos servidores do Google. Ou seja: tanto quanto me foi dado perceber, o Google Drive oferece um meio para que você visualize o conteúdo dos arquivos se não estiver conectado, mas não permite alterá-los.
Todo arquivo que você arrastar para o interior de sua pasta Google Drive será sincronizado com seu espaço de armazenamento na nuvem e convertido para o formato usado pelo software de edição (os documentos de texto ganharão a extensão “.gdoc” e as planilhas “.gsheet”). É possível usar o gerenciador de arquivos do sistema operacional (por exemplo, Windows Explorer) para organizar arquivos no interior da pasta Google Drive que, sob este aspecto, funcionará como qualquer outra. Mas, ao contrário por exemplo do Dropbox, que insere uma entrada no menu de contexto de cada objeto contido na pasta Dropbox com ações que afetam apenas aquele objeto, o Google Drive (pelo menos por enquanto) não faz isto. Na verdade a integração do Google Drive com a interface do sistema operacional é mínima e vai pouco além de permitir mover ou remover arquivos e criar pastas em seu interior (e sincronizar tudo isto com a nuvem, evidentemente).
O resultado de tudo isto é que, exceto um ou outro detalhe, o novo Google Documentos nada mais é que o mesmo Google Docs de sempre que, agora, guarda na pasta Google Drive do disco rígido de seu computador uma cópia do conteúdo de seu espaço de armazenamento na nuvem e as mantêm sincronizadas. Tornou-se uma espécie de coisa híbrida entre o antigo Google Docs e o Dropbox, mas manteve na nuvem o software de edição.
No que me diz respeito, honestamente, achei que a coisa ainda está meio crua. É verdade que tudo é muito novo, está nos estágios iniciais e a Google, por tudo o que tem feito, merece um belo quinhão de crédito, portanto há de se presumir que as coisas irão evoluir e o Google Drive vai melhorar bastante. Por enquanto eu o considero não mais que um produto (muito) promissor, porém ainda em estágio beta.
No mais, é esperar e acompanhar a evolução para ver no que dá.


sábado, 5 de maio de 2012

Os melhores jogos de desenhar

Grandes MMOs à parte, muitos dos mais famosos jogos multiplayer trazem na manga o segredo do sucesso: Sua simplicidade. Melhor ainda é aliar essa simplicidade a uma fórmula que já deu certo anos antes. Baseado no saudoso Imagem & Ação (Pictionary, do original em inglês), o Draw Something provou que os donos de smartphone também possuem um artista interior. Mas o jogo que em 5 semanas acumulou 30 milhões de downloads e mais de 14 milhões de usuários, não é pioneiro no estilo. Confira esse e outros jogos que atraem desenhistas casuais ao redor do mundo.  


Isketch


Um dos mais conhecidos jogos de desenhar online. O Isketch promove uma disputa entre jogadores de todo o mundo. Na sua vez, cada jogador precisa desenhar uma palavra sorteada para que seus oponentes tentem adivinhar. Tal como um bate-papo, você pode escolher seu apelido e entrar em uma das salas separadas por nacionalidade e temas. Se estiver desenhando, a ideia é que consiga fazê-lo da melhor forma possível. Quanto mais jogadores acertarem, mais pontos você ganha. Se estiver na posição de advinhando, não se acanhe! Bombardeie a sala de palavras. O importante é ter raciocínio rápido e vocabulário afiado.


Draw Something 

A menina dos olhos de donos de smartphones, o Draw Something não possui versão online, mas diverte os donos de iPhone, Android, iPad e iPod. Recentemente comprado pela Zynga, famosa pelo sucesso de games sociais no Facebook, Draw Something traz mais de 900 palavras para desenhar.
O que o difere do Isketch é a dinâmica do jogo que não acontece em tempo real. A vantagem é que você pode acessar o app a qualquer momento, sem ter de ficar preso ao celular e disputar várias partidas ao mesmo tempo . A medida que você advinha, ganha moedas que podem ser trocadas por cores e outros itens extras. Draw Something possui uma versão paga com mais 2000 palavras que sai por apenas US$0,99. 

Draw my thing 

O nome é parecido com o Draw Something, mas a jogabilidade é semelhante ao Isketch. No melhor estilo draw-and-guess, Draw my thing é esteticamente caprichado e, como não apresenta divisão por temas ou nacionalidade, muito mais imediato. Você acessa o site e o jogo começa em instantes, sem a necessidade de perder tempo selecionando a sala com mais participantes. A sala é 'montada' na hora com as pessoas que estão esperando para jogar.
Infelizmente, não há outros idiomas além do inglês. O jogo é grátis, mas você pode desembolsar algumas moedas para adquirir conteúdo extra que te ajuda a fazer desenhos melhores (novas cores, ferramentas geométricas, balde de tinta, etc.).
E você? Conhece outros jogos de desenhar colaborativos? Mande sua sugestão nos comentários para que possamos aumentar essa lista! 
Fonte: Techtudo


quinta-feira, 26 de abril de 2012

ZX Spectrum, 'pai' do brasileiro TK-90X, faz 30 anos


O TK-90X foi o primeiro computador de muitos geeks brasileiros, ou ao menos o primeiro computador capaz de produzir imagens coloridas de vários deles. Mas ele não era propriamente um modelo original: graças às artimanhas do tempo da infame Reserva de Mercado de Informática, ele foi um clone brasileiro do computador inglês ZX Spectrum, da Sinclair.
Ambos os nomes provocam saudades em muitos geeks que tinham sua iniciação nas artes nerds em meados da década de 1980, e para todos estes esta semana é muito especial: Na segunda-feira passada (24/03) foi o aniversário de 30 anos do lançamento do primeiro modelo de ZX Spectrum.


Vindo do sucesso estrondoso do modelo ZX-81 (lançado no Brasil como TK-83, TK-85, CP-200 e outros nomes), a inglesa Sinclair Research lançou em 23 de abril de 1982 o ZX Spectrum, que tinha como diferencial mais visível a capacidade de exibir gráficos coloridos, e conseguiu o feito (raro na época) de agradar até mesmo a famílias que até então tinham sido avessas à tecnologia – sem deixar de agradar ao público nerd assumido.
Sem contar os clones como os brasileiros TK-90x e TK-95 (que eu tive), o ZX Spectrum vendeu espantosos (para a época) 5 milhões de unidades ao longo dos 10 anos em que se manteve em produção, e abriu as portas de um título de Cavaleiro do Império Britânico para seu criador, que passou a poder ser chamado de Sir Clive Sinclair.
Trata-se de um modelo bem representativo da informática doméstica daquela época: processador da linha Z-80 de 8 bits, teclado tipo chiclete, linguagem BASIC incorporada, meros 16kB de memória RAM (48kB no modelo luxuoso…), armazenamento principal em fita cassete, e saída de vídeo voltada aos televisores da época, com 32×24 caracteres em modo texto, ou 256×192 pixels em modo gráfico, com 15 cores (na verdade, 7 cores com 2 níveis de brilho cada, mais o preto).
Para colocar em perspectiva com os modelos de hoje, basta dizer que um ícone exibido na tela do meu smartphone não caberia, em sua resolução default, nesta tela de 256×192.
Mas na época, vindo dos modelos em preto-e-branco e com resoluções ainda menores, era um sucesso, e sua popularidade na Europa levou ao lançamento de mais de 23.000 softwares para ele, muitos dos quais chegavam ao Brasil e eram copiados em fitas cassete vendidas em lojas e pelo correio, via anúncios publicados abertamente em revistas de informática, sem qualquer alusão ao direito dos autores – outros tempos.
Homenagens ao aniversariante
A homenagem mais visível aos 30 anos está presente na forma de um gráfico típico do Spectrum (até a resolução de 256×192 e as cores são fieis!) que adornou a página inglesa do Google na segunda-feira passada (23/04). Clicando no gráfico, você era levado a uma pesquisa especial sobre o aniversariante.

Usuários de computadores modernos também podem comemorar rodando a infinidade de emuladores deste computador que existem para quem garimpar um pouco na net (dica: procure por zx spectrum emulator no seu site de buscas), e para a turma do iPhone tem uma opção especial: o app Sinclair ZX Spectrum 100 Greatest Hits, que dá acesso a rever e jogar cópias licenciadas de 100 dos maiores sucessos da plataforma.
O app não é dos mais baratos (encontrei na App Store uruguaia por US$ 8,99), mas o download de todos os jogos, que vem em pacotes de 4 títulos cada, ocorre sem pagamento adicional.
Alguns dos jogos do emulador para iPhone (Foto: Divulgação)
A maioria dos jogos não terá qualquer graça exceto para os saudosistas, mas a nostalgia digital dos anos 80 está em alta, e poder jogar de novo ou mostrar para a nova geração como eram as coisas naquele tempo pode valer a pena para muitos, e nomes como Bruce Lee, Saboteur, Jet Set Willy, Manic Miner, Jack the Nipper e Starquake (o meu preferido!) podem justificar a compra.
Feliz aniversário, ZX Spectrum!